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30/07/2024 às 16:53

RN tem R$ 4,4 mi assegurados para combater IST’s e tuberculose

O Rio Grande do Norte recebeu R$ 4,4 milhões em recursos federais para ações de vigilância, prevenção e controle do HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Esse valor, definido pelo Ministério da Saúde (MS), será dividido entre o Governo do Estado e os municípios. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (30), assinada pela ministra Nísia Trindade.

Conforme a publicação, o Rio Grande do Norte e outros estados contemplados têm 60 dias para enviar ao Ministério da Saúde a resolução da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), especificando os valores a serem repassados ao estado e municípios. Após isso, o MS editará a portaria de habilitação indicando os beneficiários do incentivo. O valor será distribuído em 12 parcelas mensais, com pagamento retroativo a janeiro de 2024.

No total, foram destinados R$ 300 milhões para estados e Distrito Federal. O Ministério da Saúde alerta que a Secretaria de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente do Governo Federal definirá indicadores para monitorar as ações no combate ao HIV/Aids e ISTs.

HIV e ISTs

Segundo o MS, a aids é causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo. A doença se caracteriza por um longo período de incubação e pela supressão do sistema imune.

A fase inicial sintomática da aids é marcada por uma redução significativa dos linfócitos T CD4+ (glóbulos brancos do sistema imunológico), que caem para menos de 200 unidades por mm³ de sangue, comparado a um valor normal de 800 a 1.200 unidades em adultos saudáveis. Os sintomas mais comuns incluem febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

As ISTs são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos e são transmitidas principalmente pelo contato sexual (oral, vaginal, anal) sem camisinha com uma pessoa infectada. A transmissão também pode ocorrer da mãe para a criança durante a gestação, parto ou amamentação, e, menos comumente, por contato não sexual com secreções corporais contaminadas. Sintomas típicos incluem feridas, corrimentos, verrugas anogenitais, dor pélvica e ardência ao urinar.


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