Imagem: Reprodução
26/08/2025 às 09:39

Preservativos do século 17 eram feitos de tecidos de animais, reutilizáveis e com "garantia" de 5 anos

Muito antes de se tornarem acessíveis e populares, os preservativos já existiam, mas eram bem diferentes dos atuais. Entre os séculos XVII e XIX, eles eram feitos com intestinos de animais, como porcos e carneiros, e considerados artigos de luxo, acessíveis apenas a pessoas mais ricas.

Esses preservativos não eram descartáveis: após o uso, eram lavados, secos e reutilizados. Alguns fabricantes chegavam até a oferecer uma “garantia de cinco anos”, destacando sua durabilidade. Além de prevenir gestações indesejadas, sua principal função era proteger contra doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis, que se espalhava pela Europa.

A grande transformação ocorreu no século XIX, quando Charles Goodyear inventou a borracha vulcanizada, permitindo a criação de preservativos de borracha. Já no século XX, surgiram os modelos descartáveis de látex, tornando o produto comum, barato e acessível, bem diferente do símbolo de luxo que já representou no passado.


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