Imagem: Ricardo Moraes/Reuters
09/11/2025 às 08:10

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro.

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

A lista de mortos na megaoperação dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, tem 33 nomes de suspeitos mortos que não possuíam nome do pai na sua certidão de nascimento. O relatório indica mortos suspeitos entre os 14 e 54 anos.

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro, o que indica a forte presença de criminosos de outros estados nas comunidades cariocas, apontadas como quartéis-generais do Comando Vermelho.

Entre os mortos, vários eram apontados como chefes da facção em estados como Bahia, Goiás e Amazonas

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro.

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

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A lista de mortos na megaoperação dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, tem 33 nomes de suspeitos mortos que não possuíam nome do pai na sua certidão de nascimento. O relatório indica mortos suspeitos entre os 14 e 54 anos.

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro, o que indica a forte presença de criminosos de outros estados nas comunidades cariocas, apontadas como quartéis-generais do Comando Vermelho.

Entre os mortos, vários eram apontados como chefes da facção em estados como Bahia, Goiás e Amazonas.

Rio de Janeiro (RJ): 42 mortos

Pará (PA): 17 mortos

Sem localização definida: 14 mortos

Bahia (BA): 12 mortos

Amazonas (AM): 10 mortos

Goiás (GO): 7 mortos

Ceará (CE): 4 mortos

Espírito Santo (ES): 3 mortos

Paraíba (PB): 2 mortos

São Paulo (SP): 1 morto

Mato Grosso (MT): 1 morto

Maranhão (MA): 1 morto

Distrito Federal (DF): 1 morto

1 morto cuja identificação pericial segue inconclusiva e

1 aguardava confirmação necropapiloscópica — esse último, possivelmente da Bahia, segundo os investigadores.

As investigações apontam que muitos dos mortos acumulavam passagens por crimes como:

Homicídio

Organização Criminosa

Associação para o tráfico de drogas

Lesão corporal

Ameaça

Estupro coletivo

Porte ilegal de arma

Mais novo e mais velho

O mais novo entre os mortos na operação é um jovem que tinha 14 anos e era ligado ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o envolvimento dele foi comprovado a partir de análises de redes sociais.

O adolescente era investigado por um fato análogo a um estupro de vulnerável em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo denúncia na delegacia, ele teria estuprado, com outros dois amigos, uma jovem que, como ele, tinha 13 anos em 2024. O caso foi enviado à Justiça.

O mais velho era Jorge Benedito Corrêa Barbosa, de 55 anos. Ele nasceu na Paraíba, mas veio para o Rio de Janeiro, onde foi condenado por roubo. Também tinha anotações criminais por tráfico de drogas.

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro.

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A lista de mortos na megaoperação dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, tem 33 nomes de suspeitos mortos que não possuíam nome do pai na sua certidão de nascimento. O relatório indica mortos suspeitos entre os 14 e 54 anos.

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro, o que indica a forte presença de criminosos de outros estados nas comunidades cariocas, apontadas como quartéis-generais do Comando Vermelho.

Entre os mortos, vários eram apontados como chefes da facção em estados como Bahia, Goiás e Amazonas.

Rio de Janeiro (RJ): 42 mortos

Pará (PA): 17 mortos

Sem localização definida: 14 mortos

Bahia (BA): 12 mortos

Amazonas (AM): 10 mortos

Goiás (GO): 7 mortos

Ceará (CE): 4 mortos

Espírito Santo (ES): 3 mortos

Paraíba (PB): 2 mortos

São Paulo (SP): 1 morto

Mato Grosso (MT): 1 morto

Maranhão (MA): 1 morto

Distrito Federal (DF): 1 morto

1 morto cuja identificação pericial segue inconclusiva e

1 aguardava confirmação necropapiloscópica — esse último, possivelmente da Bahia, segundo os investigadores.

As investigações apontam que muitos dos mortos acumulavam passagens por crimes como:

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Mais novo e mais velho

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O mais novo entre os mortos na operação é um jovem que tinha 14 anos e era ligado ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o envolvimento dele foi comprovado a partir de análises de redes sociais.

O adolescente era investigado por um fato análogo a um estupro de vulnerável em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo denúncia na delegacia, ele teria estuprado, com outros dois amigos, uma jovem que, como ele, tinha 13 anos em 2024. O caso foi enviado à Justiça.

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

O mais velho era Jorge Benedito Corrêa Barbosa, de 55 anos. Ele nasceu na Paraíba, mas veio para o Rio de Janeiro, onde foi condenado por roubo. Também tinha anotações criminais por tráfico de drogas.

Veja abaixo a lista completa de mortos:

Adailton Bruno Schmitz da Silva, 35 anos

Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, 28 anos

Aleilson da Cunha Luz Junior, o Madrugadão, 26 anos

Alessandro Alves de Souza, 32 anos

Alessandro Alves Silva, 19 anos

Alessandro Martins Moreira de Oliveira, 25 anos

Anderson da Silva Severo, o Maestro, 38 anos

André Luiz Ferreira Mendes Junior, o Cabeludo, 22 anos

Arlen João de Almeida, o Terrorista, 31 anos

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro.

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

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A lista de mortos na megaoperação dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, tem 33 nomes de suspeitos mortos que não possuíam nome do pai na sua certidão de nascimento. O relatório indica mortos suspeitos entre os 14 e 54 anos.

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro, o que indica a forte presença de criminosos de outros estados nas comunidades cariocas, apontadas como quartéis-generais do Comando Vermelho.

Entre os mortos, vários eram apontados como chefes da facção em estados como Bahia, Goiás e Amazonas.

Rio de Janeiro (RJ): 42 mortos

Pará (PA): 17 mortos

Sem localização definida: 14 mortos

Bahia (BA): 12 mortos

Amazonas (AM): 10 mortos

Goiás (GO): 7 mortos

Ceará (CE): 4 mortos

Espírito Santo (ES): 3 mortos

Paraíba (PB): 2 mortos

São Paulo (SP): 1 morto

Mato Grosso (MT): 1 morto

Maranhão (MA): 1 morto

Distrito Federal (DF): 1 morto

1 morto cuja identificação pericial segue inconclusiva e

1 aguardava confirmação necropapiloscópica — esse último, possivelmente da Bahia, segundo os investigadores.

As investigações apontam que muitos dos mortos acumulavam passagens por crimes como:

 

 

Homicídio

Organização Criminosa

Associação para o tráfico de drogas

Lesão corporal

Ameaça

Estupro coletivo

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Mais novo e mais velho

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

 

 

O mais novo entre os mortos na operação é um jovem que tinha 14 anos e era ligado ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o envolvimento dele foi comprovado a partir de análises de redes sociais.

O adolescente era investigado por um fato análogo a um estupro de vulnerável em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo denúncia na delegacia, ele teria estuprado, com outros dois amigos, uma jovem que, como ele, tinha 13 anos em 2024. O caso foi enviado à Justiça.

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

O mais velho era Jorge Benedito Corrêa Barbosa, de 55 anos. Ele nasceu na Paraíba, mas veio para o Rio de Janeiro, onde foi condenado por roubo. Também tinha anotações criminais por tráfico de drogas.

Veja abaixo a lista completa de mortos:

Adailton Bruno Schmitz da Silva, 35 anos

Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, 28 anos

Aleilson da Cunha Luz Junior, o Madrugadão, 26 anos

Alessandro Alves de Souza, 32 anos

Alessandro Alves Silva, 19 anos

Alessandro Martins Moreira de Oliveira, 25 anos

Anderson da Silva Severo, o Maestro, 38 anos

André Luiz Ferreira Mendes Junior, o Cabeludo, 22 anos

Arlen João de Almeida, o Terrorista, 31 anos

Brendon César da Silva Souza, 25 anos

Bruno Almeida de Oliveira, o Boquinha, 24 anos

Bruno Correa da Costa, o Bruno, 30 anos

Bruno dos Santos Raimundo, 37 anos

Carlos Eduardo Santos Felício, 21 anos

Carlos Henrique Castro Soares da Silva, o Soldado, 27 anos

Cauãn Fernandes do Carmo Soares, 19 anos

Célio Guimarães Júnior, 29 anos

Cleideson Silva da Cunha, o Loirinho, 27 anos

Mortos em megaoperação: 33 não têm nome do pai no registro e mais da metade são de fora do RJ, diz polícia

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro.

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

Operação mais letal da história: mapa mostra como foi ação da polícia

A lista de mortos na megaoperação dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, tem 33 nomes de suspeitos mortos que não possuíam nome do pai na sua certidão de nascimento. O relatório indica mortos suspeitos entre os 14 e 54 anos.

Segundo o levantamento divulgado pela Polícia Civil nesta semana, mais da metade da lista de mortos é de traficantes de fora do Rio de Janeiro, o que indica a forte presença de criminosos de outros estados nas comunidades cariocas, apontadas como quartéis-generais do Comando Vermelho.

Entre os mortos, vários eram apontados como chefes da facção em estados como Bahia, Goiás e Amazonas.

Rio de Janeiro (RJ): 42 mortos

Pará (PA): 17 mortos

Sem localização definida: 14 mortos

Bahia (BA): 12 mortos

Amazonas (AM): 10 mortos

Goiás (GO): 7 mortos

Ceará (CE): 4 mortos

Espírito Santo (ES): 3 mortos

Paraíba (PB): 2 mortos

São Paulo (SP): 1 morto

Mato Grosso (MT): 1 morto

Maranhão (MA): 1 morto

Distrito Federal (DF): 1 morto

1 morto cuja identificação pericial segue inconclusiva e

1 aguardava confirmação necropapiloscópica — esse último, possivelmente da Bahia, segundo os investigadores.

As investigações apontam que muitos dos mortos acumulavam passagens por crimes como:

Homicídio

Organização Criminosa

Associação para o tráfico de drogas

Lesão corporal

Ameaça

Estupro coletivo

Porte ilegal de arma

'Muro do Bope': entenda estratégia da polícia em megaoperação mais letal do Rio de Janeiro

'Muro do Bope': entenda estratégia da polícia em megaoperação mais letal do Rio de Janeiro

Mais novo e mais velho

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O mais novo entre os mortos na operação é um jovem que tinha 14 anos e era ligado ao tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o envolvimento dele foi comprovado a partir de análises de redes sociais.

O adolescente era investigado por um fato análogo a um estupro de vulnerável em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo denúncia na delegacia, ele teria estuprado, com outros dois amigos, uma jovem que, como ele, tinha 13 anos em 2024. O caso foi enviado à Justiça.

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

Jorge Benedito Corrêa, morto na megaoperação dos complexos do Alemão e Penha — Foto: Reprodução

O mais velho era Jorge Benedito Corrêa Barbosa, de 55 anos. Ele nasceu na Paraíba, mas veio para o Rio de Janeiro, onde foi condenado por roubo. Também tinha anotações criminais por tráfico de drogas.

 

Veja abaixo a lista completa de mortos:

Adailton Bruno Schmitz da Silva, 35 anos

Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, 28 anos

Aleilson da Cunha Luz Junior, o Madrugadão, 26 anos

Alessandro Alves de Souza, 32 anos

Alessandro Alves Silva, 19 anos

Alessandro Martins Moreira de Oliveira, 25 anos

Anderson da Silva Severo, o Maestro, 38 anos

André Luiz Ferreira Mendes Junior, o Cabeludo, 22 anos

Arlen João de Almeida, o Terrorista, 31 anos

Brendon César da Silva Souza, 25 anos

Bruno Almeida de Oliveira, o Boquinha, 24 anos

Bruno Correa da Costa, o Bruno, 30 anos

Bruno dos Santos Raimundo, 37 anos

Carlos Eduardo Santos Felício, 21 anos

Carlos Henrique Castro Soares da Silva, o Soldado, 27 anos

Cauãn Fernandes do Carmo Soares, 19 anos

Célio Guimarães Júnior, 29 anos

Cleideson Silva da Cunha, o Loirinho, 27 anos

Cleiton Cesar Dias Mello, 33 anos

Cleiton Souza da Silva, 31 anos

Cleiton Souza da Silva, 33 anos

Cleys Bandeira da Silva, 26 anos

Danilo Ferreira do Amor Divino, o Mazola, 38 anos

Diego dos Santos Muniz, 29 anos

Diogo Garcez Santos Silva, o DG, 31 anos

Diogo Souza Nunes, 22 anos

Douglas Conceição de Souza, o Chico Rato, 32 anos

Douglas Henrique Simões da Costa, idade não informada

Eder Alves de Souza, 37 anos

Edione dos Santos Dias, 35 anos

Edson de Magalhães Pinto, o Mangote, 21 anos

Eliel Castro de Jesus, o Neguinho, 25 anos

Emerson Pereira Solidade, o Piter, 27 anos

Erick Vieira de Paiva, 21 anos

Evandro da Silva Machado, 38 anos

Fabian Alves Martins, o Flexal, 22 anos

Fabiano Martins Amancio, 28 anos

Fabio Francisco Santana Sales, 36 anos

Fabricio dos Santos da Silva, o FP, 23 anos

Felipe da Silva, o Tíuba, 32 anos

Fernando Henrique dos Santos, o Periquito, 29 anos

Francisco Machado dos Santos, o Macaco, 39 anos

Francisco Myller Moreira da Cunha, o Gringo, 32 anos

Francisco Nataniel Alves Gonçalves, 48 anos

Francisco Teixeira Parente, o Mongol, 30 anos

Gabriel Lemos Vasconcelos, 23 anos

Gilberto Nascimento da Rocha, o Macaco, 31 anos

Gustavo Souza de Oliveira, o Café, 24 anos

Hercules Salles de Lima, 24 anos

Hito José Pereira Bastos, o Dimas, 31 anos

Jeanderson Bismarque Soares de Almeida, o Bis, 33 anos

Jonas de Azeredo Vieira, 29 anos

Jônatas Ferreira Santos, o Joni Visão, 37 anos

Jonatha Daniel Barros da Silva, 18 anos

Jorge Benedito Correa Barbosa, o Pará, 55 anos

Jorge Santos dos Anjos, 29 anos

José Paulo Nascimento Fernandes, 34 anos

Josigledson de Freitas Silva, o Gleissim, 34 anos

Juan Marciel Pinho de Souza, 20 anos

Kauã de Souza Rodrigues da Silva, 18 anos

Kauã Teixeira dos Santos, 18 anos

Keven Vinicius Sousa Ramos, o Gordin, 25 anos

Kleber Izaias dos Santos, o Klebinho, 31 anos

Leonardo Fernandes da Rocha, 35 anos

Luan Carlos Dias Pastana, o Luan Castanhal, 35 anos

Luan Carlos Marcolino de Alcântara, o Tubarão, 24 anos

Lucas Alves Araujo, o Nego, 31 anos

Lucas da Conceição, o Mata Rindo, 19 anos

Lucas da Silva Lima, o LK, 29 anos

Lucas Guedes Marques, 29 anos

Luciano Ramos Silva, 32 anos

Luiz Carlos de Jesus Andrade, o Zóio, 23 anos

Luiz Claudio da Silva Santos, 28 anos

Luiz Eduardo da Silva Mattos, 21 anos

Maicon Pyterson da Silva, o DJ, 28 anos

Maicon Thomaz Vilela da Silva, o MK, 31 anos

Marcio da Silva de Jesus, 22 anos

Marcos Adriano Azevedo de Almeida, o BC, 32 anos

Marcos Antonio Silva Junior, 25 anos

Marcos Aurelio Amaral Carreira, 27 anos

Marcos Vinicius da Silva Lima, o Rodinha, 27 anos

Marllon de Melo Felisberto, o Branquinho, 28 anos

Maxwel Araújo Zacarias, o Dedão, 38 anos

Nailson Miranda da Silva, o Moju, 27 anos

Nelson Soares dos Reis Campos, o Cabeludo, 27 anos

Rafael Correa da Costa, o Rafinha, 38 anos

Rafael de Moraes Silva, 31 anos

Ricardo Aquino dos Santos, 22 anos

Richard Souza dos Santos, o Prejudicado, 21 anos

Robson da Silva Monteiro, 27 anos

Rodolfo Pantoja da Silva, 28 anos

Ronald Oliveira Ricardo, 25 anos

Ronaldo Julião da Silva, 46 anos

Rubens Lourenço dos Santos, o Binho, 39 anos

Tarcisio da Silva Carvalho, 30 anos

Tiago Neves Reis, 26 anos

Vanderley Silva Borges, o Cabeção, 28 anos

Victor Hugo Rangel de Oliveira, 25 anos

Vitor Ednilson Martins Maia, o Ipixuna do Pará, 25 anos

Wagner Nunes Santana, 33 anos

Waldemar Ribeiro Saraiva, 21 anos

Wallace Barata Pimentel, o Pizza, 27 anos

Wellington Brito dos Santos, 20 anos

Wellington Santos de Jesus, 29 anos

Wellinson de Sena dos Santos, 20 anos

Wendel Francisco dos Santos, 24 anos

Wesley Martins e Silva, o PP, 27 anos

William dos Santos Barbosa, 20 anos

Willian Botelho de Freitas Borges, 23 anos

Yago Ravel Rodrigues Rosario, 27 anos

Yan dos Santos Fernandes, 20 anos

Yure Carlos Mothé Sobral Palomo, 23 anos

Yuri dos Santos Barreto, 20 anos

Menor

Menor

Santos Barreto, 20 anos

Menor

Menor

 

Novas operações previstas

De acordo com o jornal O Globo, há mais 10 operações programadas semelhantes à ação realizada nos complexos do Alemão e da Penha. O g1 apurou que há uma nova incursão para o Alemão a ser realizada ainda em 2025.

 

Na lista de novas megaoperações, estariam favelas com grande poder de resistência, como a Rocinha, a Cidade de Deus, o Complexo da Maré e o Complexo de Israel — que inclui Vigário Geral, Parada de Lucas e Cidade Alta. Essas ações já teriam autorização judicial.

 

Segundo autoridades de segurança, as operações que visam atacar a estrutura financeira das quadrilhas, inclusive contra empresas usadas para lavar dinheiro.

 

Ainda segundo o governo, ações serão voltadas para a região de Jaca


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