Apesar da redução da velocidade de afundamento da área ao redor de uma mina de sal-gema em Maceió, Alagoas, nos últimos dias, a situação continua gerando alerta em autoridades. Foi possível identificar que o afundamento passou de 0,22 cm/h para 0,28cm/hora, de acordo com a informação atualizada pela Defesa Civil na noite da quarta-feira (6/12).
Além disso, nas últimas 24h, o sensor da cavidade registrou deslocamento vertical acumulado de 1,95 cm.
O movimento total apresentado nas últimas 24h é de 6,7 cm. As autoridades pedem que a população local evite transitar pelo bairro do Mutange.
Mesmo assim, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, explicou nas redes sociais, ainda na quarta, que o nível de alerta da Defesa Civil havia passado de “Alerta Máximo” para “Alerta”.
“Na prática, isso significa que saímos de um risco iminente de colapso para um estágio de menor gravidade, mas que ainda requer atenção. O monitoramento continua sem parar. Com trabalho e união, vamos superar mais esse desafio”, escreveu.
O pior cenário seria o colapso da área, com uma cratera que poderia chegar a 152 m de raio. O bairro do Mutange, em Maceió (AL), que faz parte da zona crítica para risco de colapso, registrou mais de mil abalos sísmicos no espaço de cinco dias. A informação é do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Metrópoles