Nos bastidores, ninguém entende a estratégia do senador Rogério Marinho, secretário nacional do PL e defensor da ampliação das vagas da direita no Senado. Rogério teria vetado, por vaidade, nomes considerados mais fortes para compor com Álvaro Dias (Governo) e Styvenson (Senado).
O senador não quis o empresário Flávio Rocha, CEO da Riachuelo, e antecipou o lançamento do Coronel Hélio para evitar o crescimento de outro nome: o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira.
Com a escolha de Hélio para o Senado, aliados do grupo de Allyson Bezerra comemoram e avaliam uma disputa para a reeleição da senadora Zenaide Maia mais tranquila. A vice-líder do governo Lula no Senado aumentou consideravelmente a probabilidade de reeleição.
O que levou Rogério a vetar Flávio Rocha ou Ezequiel?