A pré-campanha no Rio Grande do Norte não está para brincadeira. Apesar de o número de pré-candidatos ser menor do que em 2022, o nível de concorrência aumentou significativamente.
Nomes mais fortes e competitivos entraram na disputa, especialmente para a Câmara Federal. O que em outras eleições parecia um jogo de cartas marcadas caminha para se tornar uma das disputas mais concorridas da história recente do estado.
Alguns pré-candidatos “pesados”, que fazem política totalmente nos moldes tradicionais e não possuem voto espontâneo, estão sendo obrigados a investir muito mais do que imaginavam. E isso já começa a gerar preocupação.
Mesmo quem chegou mais “preparado” para a corrida eleitoral tem encontrado adversários à altura. Alguns chegaram a cogitar uma desistência, mas, diante do tempo e do investimento já realizados, prevalece o sentimento de que agora é preciso seguir até o fim.
Quem possui serviços prestados, uma capilaridade eleitoral através de voto espontâneo e/ou ideológico enfrenta menos dificuldades. Já aqueles que dependem quase exclusivamente do apoio de prefeitos, vereadores e lideranças sofrem mais.
O cortisol já está em alta. E, quando agosto e setembro chegarem, salve-se quem puder!!