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Política

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

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29 de jul. de 2026
Há 5 h atrás
Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos
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O partido Republicanos anunciou nesta quarta-feira (29) que o senador Cleitinho (REP-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais. O senador negou e afirmou que vai concorrer sim ao cargo.

A informação da desistência foi confirmada à Globonews pelo presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (REP-SP) por volta das 10h20. Já a informação da assessoria do senador com a negativa foi divulgada por volta das 11h.

Cleitinho apareceu na liderança da pesquisa Quaest divulgada nesta terça (28). O senador despontou como favorito para o governo de Minas em todos os cenários, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Em nota, o Republicanos afirmou que: "a ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis".

O texto, assinado pelas executivas estadual e nacional do Republicanos, prossegue: "o partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo" (leia nota na íntegra abaixo).

Regra eleitoral

Embora senadores possam mudar de partido sem depender da janela partidária, a legislação eleitoral exige que candidatos estejam filiados à legenda pela qual pretendem concorrer até seis meses antes da eleição. Em 2026, esse prazo terminou em 4 de abril.

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

Por Valdo Cruz, Pedro Figueiredo, g1 e GloboNews — Brasília

29/07/2026 10h24 Atualizado há 3 horas

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

O partido Republicanos anunciou nesta quarta-feira (29) que o senador Cleitinho (REP-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais. O senador negou e afirmou que vai concorrer sim ao cargo.

A informação da desistência foi confirmada à Globonews pelo presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (REP-SP) por volta das 10h20. Já a informação da assessoria do senador com a negativa foi divulgada por volta das 11h.

Cleitinho apareceu na liderança da pesquisa Quaest divulgada nesta terça (28). O senador despontou como favorito para o governo de Minas em todos os cenários, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Em nota, o Republicanos afirmou que: "a ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis".

O texto, assinado pelas executivas estadual e nacional do Republicanos, prossegue: "o partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo" (leia nota na íntegra abaixo).

RELEMBRE: Cleitinho confirma pré-candidatura ao governo de Minas

Regra eleitoral

Embora senadores possam mudar de partido sem depender da janela partidária, a legislação eleitoral exige que candidatos estejam filiados à legenda pela qual pretendem concorrer até seis meses antes da eleição. Em 2026, esse prazo terminou em 4 de abril.

Nesse contexto, uma eventual candidatura de Cleitinho ao governo de Minas teria de ocorrer pelo partido ao qual ele estava filiado na data-limite estabelecida pela Justiça Eleitoral, isto é, o Republicanos.

Pelas regras eleitorais brasileiras, não existem candidaturas avulsas. Para disputar uma eleição, o candidato precisa estar filiado a um partido político e ter sua candidatura registrada pela legenda junto à Justiça Eleitoral.

Na prática, isso significa que a palavra final sobre a participação de um político na disputa cabe ao partido, responsável pelo registro dos candidatos. A legislação também prevê mecanismos de controle das direções partidárias, permitindo, por exemplo, que executivas nacionais intervenham em diretórios estaduais em determinadas situações.

Interlocutores reforçaram ao blog que Cleitinho não será candidato, uma vez que "passou o tempo" e "perdeu o timing".

Indefinição

Nesta terça, Cleitinho divulgou um vídeo nas redes sociais feito por inteligência artificial. Na montagem, ele encontra o pai e o irmão Mateus Azevedo, que morreu semana passada vítima de leucemia.

O irmão afirma: "Vá e faça o que precisa ser feito. Nosso pai e eu estamos sendo muito bem cuidados aqui em cima, estaremos orgulhosos de você. Seja forte e corajoso. Não olhe nem para a esquerda nem para a direta, siga em frente".

O PL aguardava a definição de Cleitinho para acertar o palanque do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, em Minas Gerais. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse que o senador perdeu o timing.

"Cleitinho muda de ideia toda hora. Perdeu o timing até com o partido, com o Marcos Pereira. Ele é um bom senador. Mas para o Executivo vai ter dificuldade. O mineiro é educado, calmo. Cleitinho daquele jeito mais intenso não vai conseguir vencer no segundo turno", afirmou Valdemar.

Cleitinho não compareceu à convenção estadual do Republicanos de Minas Gerais no último sábado (25), onde seu nome deveria ter sido aprovado. Mas vinha dando sinais de que podia rever a decisão.

O Republicanos vai apoiar o ex-secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro (PP). O apoio foi oficializado em reunião nesta terça (28) com a participação de Aro, Flavio Bolsonaro e Marcos Pereira, por videoconferência.

Aro seria candidato ao Senado na chapa à reeleição do atual governador Mateus Simões (PSD). Mas a entrada do senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, no PSD acabou inviabilizando o apoio a Aro. E o ex-secretário decidiu lançar sua candidatura ao governo.

Nota do Republicanos

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

Por Valdo Cruz, Pedro Figueiredo, g1 e GloboNews — Brasília

29/07/2026 10h24 Atualizado há 3 horas

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

Cleitinho não disputará governo de Minas Gerais, diz presidente do Republicanos

O partido Republicanos anunciou nesta quarta-feira (29) que o senador Cleitinho (REP-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais. O senador negou e afirmou que vai concorrer sim ao cargo.

A informação da desistência foi confirmada à Globonews pelo presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (REP-SP) por volta das 10h20. Já a informação da assessoria do senador com a negativa foi divulgada por volta das 11h.

Cleitinho apareceu na liderança da pesquisa Quaest divulgada nesta terça (28). O senador despontou como favorito para o governo de Minas em todos os cenários, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Em nota, o Republicanos afirmou que: "a ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis".

O texto, assinado pelas executivas estadual e nacional do Republicanos, prossegue: "o partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo" (leia nota na íntegra abaixo).

RELEMBRE: Cleitinho confirma pré-candidatura ao governo de Minas

Regra eleitoral

Embora senadores possam mudar de partido sem depender da janela partidária, a legislação eleitoral exige que candidatos estejam filiados à legenda pela qual pretendem concorrer até seis meses antes da eleição. Em 2026, esse prazo terminou em 4 de abril.

Nesse contexto, uma eventual candidatura de Cleitinho ao governo de Minas teria de ocorrer pelo partido ao qual ele estava filiado na data-limite estabelecida pela Justiça Eleitoral, isto é, o Republicanos.

Pelas regras eleitorais brasileiras, não existem candidaturas avulsas. Para disputar uma eleição, o candidato precisa estar filiado a um partido político e ter sua candidatura registrada pela legenda junto à Justiça Eleitoral.

Na prática, isso significa que a palavra final sobre a participação de um político na disputa cabe ao partido, responsável pelo registro dos candidatos. A legislação também prevê mecanismos de controle das direções partidárias, permitindo, por exemplo, que executivas nacionais intervenham em diretórios estaduais em determinadas situações.

Interlocutores reforçaram ao blog que Cleitinho não será candidato, uma vez que "passou o tempo" e "perdeu o timing".

Indefinição

Nesta terça, Cleitinho divulgou um vídeo nas redes sociais feito por inteligência artificial. Na montagem, ele encontra o pai e o irmão Mateus Azevedo, que morreu semana passada vítima de leucemia.

O irmão afirma: "Vá e faça o que precisa ser feito. Nosso pai e eu estamos sendo muito bem cuidados aqui em cima, estaremos orgulhosos de você. Seja forte e corajoso. Não olhe nem para a esquerda nem para a direta, siga em frente".

O PL aguardava a definição de Cleitinho para acertar o palanque do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, em Minas Gerais. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse que o senador perdeu o timing.

"Cleitinho muda de ideia toda hora. Perdeu o timing até com o partido, com o Marcos Pereira. Ele é um bom senador. Mas para o Executivo vai ter dificuldade. O mineiro é educado, calmo. Cleitinho daquele jeito mais intenso não vai conseguir vencer no segundo turno", afirmou Valdemar.

Cleitinho não compareceu à convenção estadual do Republicanos de Minas Gerais no último sábado (25), onde seu nome deveria ter sido aprovado. Mas vinha dando sinais de que podia rever a decisão.

O Republicanos vai apoiar o ex-secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro (PP). O apoio foi oficializado em reunião nesta terça (28) com a participação de Aro, Flavio Bolsonaro e Marcos Pereira, por videoconferência.

Aro seria candidato ao Senado na chapa à reeleição do atual governador Mateus Simões (PSD). Mas a entrada do senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, no PSD acabou inviabilizando o apoio a Aro. E o ex-secretário decidiu lançar sua candidatura ao governo.

Nota do Republicanos

"O Republicanos de Minas Gerais, por meio do seu presidente, deputado Euclydes Pettersen, afirma que sempre tratou com entusiasmo, respeito e seriedade a possibilidade de o senador Cleitinho Azevedo disputar o Governo pela legenda. Este entusiasmo, porém, não foi correspondido até o dia da Convenção Estadual, ocorrida dia 25 de julho.

Durante meses, o partido manteve diálogo aberto, ofereceu as condições políticas necessárias, atraiu partidos aliados e aguardou uma definição clara do senador. Em razão dessa expectativa, diversas decisões estratégicas foram postergadas, justamente para preservar a viabilidade de sua eventual candidatura.

Entretanto, uma candidatura exige, antes de tudo, a decisão firme de quem pretende disputá-la. Tal decisão nunca aconteceu. Esse compromisso jamais pode ser substituído por sinais contraditórios, sucessivos recuos ou indefinições que acabam comprometendo a construção de um projeto coletivo.

A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos - apesar das justificativas pessoais - representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis. Diante da falta de confirmação de sua candidatura, partidos aliados precisaram tomar decisões e reorganizar seus caminhos, como é natural em qualquer processo eleitoral.

O partido trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer. O que faltou foi a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo.

O Republicanos respeita a trajetória e o mandato do senador Cleitinho Azevedo, mas também tem o dever de conduzir seu projeto político com responsabilidade, previsibilidade e respeito aos candidatos a deputados federais e estaduais, seus filiados, aliados e à população mineira.

Os fatos falam por si. O partido esteve pronto. A candidatura, porém, nunca foi formalmente assumida por quem deveria liderá-la.

Republicanos de Minas Gerais

Executiva Estadual

Republicanos

Executiva Nacional"

g1

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